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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

MINUSCA 2018 - República Centro-Africana em estado de caos total

Rebeldes de milicias Anti -Balaka. Imagem via Radio France24
Por: Redação OD


Já é de domínio público a infirmação que a nova missão de paz da ONU, a "MINUSCA",  na qual Tropas brasileiras tomarão parte, será uma das mais difíceis já enfrentadas.A República Centro-Africana enfrenta um estado de guerra civil entre diversas facções rivais com as mais diferentes motivações políticas e religiosas, principalmente de fundamentalistas islâmicos que são diretamente apoiados pelo ISIS/Daesch  e outros grupos terroristas islâmicos que tencionam a criação de novos "Estados Islâmicos" na África.

domingo, 8 de outubro de 2017

República Centro-Africana; ONU conduz operação de grande porte contra o grupo terrorista 3R

Imagem de Vladmir Monteiro, MINUSCA Spokeperson at RCA.

Por Yam Wanders

Introdução

A República Centro-Africana será o novo desafio para as Tropas Brasileiras que participarão de mais uma missão de paz da ONU em região de conflito aberto entre tropas mal organizadas de uma nação Africana que enfrenta extremas dificuldades econômicas e grupos de terroristas islâmicos que infestam a região que abrange todo o território africano que vai desde a banda do Sahel (território sub-Sahaariano) até as fronteiras com outros países do sul da Africa.

sábado, 26 de agosto de 2017

Após saída do Haiti, Brasil deverá fazer parte da MINUSCA. Força da ONU que opera na Região Centro-Africana


Por: Redação OD
A próxima missão das Forças Armadas do Brasil sob mandato da ONU será na África. E será perigosa, com elevada possibilidade de ações de combate. Há oito destinos possíveis no continente – todos cenários de violentas lutas civis. O Comando do Exército considera o envio de 700 a 800 homens, o tamanho de um batalhão de infantaria, já no segundo semestre de 2018.A parada mais provável até agora: a República Centro-Africana, onde 9.639 militares, mais 1.883 agentes policiais e 760 funcionários civis, integram a MINUSCA, sigla internacional da operação. O objetivo prioritário da ONU no país é proteger a população e ajudar o governo do presidente Faustin Touadéra a restabelecer condições de segurança interna, comprometida pela coalizão das milícias muçulmanas Séleka.