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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Proteção a civis: O Exército Brasileiro e os ensinamentos homogêneos em cenários heterogêneos das missões de paz


Por: Luiz Claudio Talavera De Azeredo

Eram cerca de 07h30 da manhã, do dia 21 de novembro de 2016. Após semanas de crescentes tensões, escutam-se os primeiros tiros do confronto entre grupos armados, de mesma religião e antigos aliados. Eles lutavam para controlar a Cidade de Bria, centro urbano mais importante de uma região produtora de diamantes na República Centro-Africana. Ao mesmo tempo que se tentava obter a adequada consciência situacional do conflito e se trabalhava para cumprir as tarefas essenciais do mandato da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), centenas de civis começaram a buscar proteção junto à base da ONU, de onde dirigíamos as operações.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Militares portugueses durante patrulha na República Centro-Africana foram atacados por grupo rebelde armado


Por: Redação OD

Militares portugueses, durante patrulha na missão de paz da ONU na República Centro-Africana foram atacados no último sábado (30), na região de Bangui, por grupo rebelde armado, informou o Estado Maior General das Forças Armadas. Por meio de uma comunicado, o EMGFA revelou que os militares portugueses realizavam uma patrulha de rotina no terceiro distrito da capital da República Centro-Africana, quando por volta das 1H10 (hora local), tiros de armas ligeiras foram disparados por um grupo armado sobre a patrulha "utilizando a população civil (mulheres e crianças) como escudo humano" para se protegerem de uma possível contra-ataque dos militares. 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Na ONU, presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, promete acelerar o envio de soldados à República Centro-Africana


Por: Redação OD

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou na tarde desta segunda-feira na sede da ONU, em Nova York, que o Congresso deve aprovar rapidamente o envio de tropas para a missão de paz na República Centro-Africana, nos moldes do que ocorreu na missão do Haiti. Maia se encontrou com o secretário-geral da entidade, António Guterres. Eu disse a ele (Guterres) que vou trabalhar junto ao presidente Michel Temer para que ele possa encaminhar logo a autorização (para a participação das Forças Armadas), para que o Congresso possa aprovar a decisão o mais rápido possível, disse ele.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas nomeia grupo para reconhecimento da área de operações na República Centro-Africana (MINUSCA)


Por: Anderson Gabino
Foi publicado no dia de hoje em Diário Oficial da União, a designação realizada pelo Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante-de-Esquadra Ademir Sobrinho, da relação dos militares que irão compor o grupo de Reconhecimento da área de operações da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), segue abaixo o ofício na integra

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Brasil recebe de forma oficial convite da Organização das Nações Unidas para integrar a MINUSCA


Por: Redação OD

Após o termino das operações de paz no Haiti (MINUSTAH) onde o Brasil era o país que liderava a missão, muitas especulações foram feitas e levantadas, de onde seria a próxima missão no exterior brasileira. Sendo assim, na última quarta-feira (22) a Organização das Nações Unidas, acabou com o mistério oficializando um convite para que o Brasil integre a MINUSCA (Missão de paz na República Centro-Africana). No documento (veja o mesmo abaixo), o Secretariado da ONU solicita o envio de pelo menos 750 militares, onde a mesma solicita que o governo Brasileiro responda de forma oficial até 15 de dezembro do corrente ano.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

MINUSCA 2018 - República Centro-Africana em estado de caos total

Rebeldes de milicias Anti -Balaka. Imagem via Radio France24
Por: Redação OD


Já é de domínio público a infirmação que a nova missão de paz da ONU, a "MINUSCA",  na qual Tropas brasileiras tomarão parte, será uma das mais difíceis já enfrentadas.A República Centro-Africana enfrenta um estado de guerra civil entre diversas facções rivais com as mais diferentes motivações políticas e religiosas, principalmente de fundamentalistas islâmicos que são diretamente apoiados pelo ISIS/Daesch  e outros grupos terroristas islâmicos que tencionam a criação de novos "Estados Islâmicos" na África.

domingo, 8 de outubro de 2017

República Centro-Africana; ONU conduz operação de grande porte contra o grupo terrorista 3R

Imagem de Vladmir Monteiro, MINUSCA Spokeperson at RCA.

Por Yam Wanders

Introdução

A República Centro-Africana será o novo desafio para as Tropas Brasileiras que participarão de mais uma missão de paz da ONU em região de conflito aberto entre tropas mal organizadas de uma nação Africana que enfrenta extremas dificuldades econômicas e grupos de terroristas islâmicos que infestam a região que abrange todo o território africano que vai desde a banda do Sahel (território sub-Sahaariano) até as fronteiras com outros países do sul da Africa.

sábado, 26 de agosto de 2017

Após saída do Haiti, Brasil deverá fazer parte da MINUSCA. Força da ONU que opera na Região Centro-Africana


Por: Redação OD
A próxima missão das Forças Armadas do Brasil sob mandato da ONU será na África. E será perigosa, com elevada possibilidade de ações de combate. Há oito destinos possíveis no continente – todos cenários de violentas lutas civis. O Comando do Exército considera o envio de 700 a 800 homens, o tamanho de um batalhão de infantaria, já no segundo semestre de 2018.A parada mais provável até agora: a República Centro-Africana, onde 9.639 militares, mais 1.883 agentes policiais e 760 funcionários civis, integram a MINUSCA, sigla internacional da operação. O objetivo prioritário da ONU no país é proteger a população e ajudar o governo do presidente Faustin Touadéra a restabelecer condições de segurança interna, comprometida pela coalizão das milícias muçulmanas Séleka.