sábado, 20 de julho de 2019

20:17 UTC, 20 de julho de 1969; O Homem pousa na Lua!

Edwin Aldrin em sua caminhada lunar. Project Apollo Archive AS11-40-5903. Apollo 11 Hasselblad imagem do lote de filme 40/S - EVA. Imagem via NASA.

Por: Redação OD Europe.
Tradução e adaptação do original por Yam Wanders.

50 anos atrás: Um pequeno passo para um Homem, um salto gigantesco para a Humanidade...

Palavras como essas foram estampadas em dezenas de idiomas na primeira página de jornais de todo o mundo, ecoando a primeira parte do desafio ousado do Presidente John F. Kennedy à nação, feito mais de oito anos antes - de pousar um homem na Lua. . Essa parte foi realizada com sucesso em 20 de julho de 1969. A segunda parte do desafio, o retorno seguro à Terra, teria que esperar mais quatro dias.

VI Festival Brasileiro de Minifoguetes





Por: Mateus S. de Paula Vieira.





Estudantes e entusiastas do setor aeroespacial se encontraram em abril nas cidades paranaenses de Curitiba e Piraquara para lançar foguetes durante o VI Festival Brasileiro de Minifoguetes. O festival é organizado pela BAR (Associação Brasileira de Minifoguetes) com apoio da Agência Espacial Brasileira e ocorreu entre 26 de abril e 1º de maio. O evento tem o objetivo de difundir a cultura aeroespacial, o foguetemodelismo e a aeroespaçonáutica no Brasil por meio de competições, minicursos, palestras e exposições.



sexta-feira, 19 de julho de 2019

Estação espacial chinesa Tiangong -2 reentra na atmosfera essa noite e cai no Oceano Pacifico

 
imagem ilustrativa via China Space Agency

Por: Redação OD Europa.

 Tiangong-2 sairá de órbita após mais de mil dias de operação e deve queimar ao entrar na atmosfera, caindo em um "ponto seguro" no Pacífico Sul.

As horas estão contadas para a estação espacial chinesa Tiangong-2. O equipamento de 8 toneladas cairá na Terra em algum momento nas próximas 5 horas, mas não se assuste: essa será uma manobra controlada de deórbita e, ao contrário do que aconteceu com a Tiangong-1, ela tem um ponto específico onde cair.

Corpo de Fuzileiros Navais inicia fase de testes com novo uniforme camuflado



Por: Redação OD.

A Marinha do Brasil, representada pela Diretoria de Abastecimento da Marinha e o Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), vem trabalhando para aprovar, em breve, o novo uniforme operativo do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). A fase inicial de testes começou no dia 8 de julho, no Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais – Batalhão Tonelero. O novo camuflado também foi utilizado, em caráter experimental, por um pelotão de Fuzileiros Navais durante a Operação “Formosa”, realizada entre os dias 8 e 17 de julho, no município de Formosa-GO.
 

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Navio da U.S. Navy derruba drone iraniano no Golfo Pérsico

 
O Wasp class amphibious assault ship USS Boxer. Imagem ilustrativa via U.S. Navy.

Por: Redação OD Europa.

O Presidente dos USA Donald Trumpdeclarou nessa quinta dia 18/07 que a U.S. Navy abateu um drone sobre o estreito de Hormuz nesse fim de tarde (hora local).

Governo dos USA remove oficialmente a Turquia do programa F-35



Por: Redação OD Europa.

O governo dos USA está oficialmente removendo a Turquia do programa do caça stealth (
Joint Strike Fighter) Lockheed Martin F-35 Lightining II. A retirada da Turquia do programa F-35 ocorre logo após a confirmação do recebimento da primeira parte do sistema anti-aéreo de fabricação russa S-400, que aconteceu essa semana.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Dia do Submarinista da Marinha do Brasil




Por: Redação OD. 
A origem do Dia do Submarinista na Marinha do Brasil (17/07)

Os três primeiros submarinos usados no Brasil entraram em funcionamento no dia 17 de julho de 1914. Chamados de F1, F3 e F5, eles foram construídos no estaleiro da Fiat, em Torino, na Itália, e entregues a autoridades brasileiras entre 1913 e 1914, como parte do Programa de Construção Naval criado pelo ministro da Marinha. A "Flotilha de Submersíveis" ficou em atividade por 20 anos, e foi usada principalmente no treinamento da tripulação.

 Submarinista é o termo que designa os tripulantes de um submarino militar, ou pessoas capacitadas á exercer esta atividade. Executando atividades nas profundezas dos mares, tais como patrulhas, exercícios militares, e em tempo de guerra as missões especìficas de ataque designadas aos submarinos, negando o uso do mar ao inimigo.
No Brasil os submarinistas são formados pela Marinha do Brasil, no Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché.

terça-feira, 16 de julho de 2019

75 anos do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em solo italiano



Por: Redação OD.

O Exército Brasileiro presta homenagem à Força Expedicionária Brasileira (FEB) que há 75 anos desembarcou em solo italiano para participar efetivamente das operações militares de libertação da Europa do jugo nazifascista, durante a Segunda Guerra Mundial.
Era o dia 16 de julho de 1944, e os primeiros 5 mil soldados do 1º Escalão da FEB, tendo à frente o General Mascarenhas de Moraes, desembarcavam em Nápoles rumo à guerra. Depois de quase 15 dias cruzando o Atlântico, os militares brasileiros chegavam à Europa para lutar pelos ideais de liberdade e democracia.
Após o desembarque e o recebimento do material adequado, o 1º Escalão da FEB foi submetido a um período de treinamento, já no cenário em que iria operar. A partir de então, a FEB estava ofcialmente incorporada às tropas aliadas e dentro de algumas semanas passaria pelo seu batismo de fogo, que só terminaria em maio de 1945. Era o início de uma campanha gloriosa e vitoriosa.
Passados 75 anos, é imprescindível que não nos esqueçamos do legado a nós deixado por aqueles que empenharam suas vidas para assegurar o bem da humanidade. Aos brasileiros, fca a certeza de que os militares do seu Exército estarão sempre prontos para cumprir o chamado da Pátria, para defender seu povo e sua soberania com o sacrifício da própria vida.

Com informações via Centro de Comunicação Social do Exército Brasileiro.

USAF declara que defenderá Área 51 de tentativa de invasão convocada por redes sociais nos USA

A USAF possui uma das melhores estruturas de defesa de instalações e perímetros de segurança de todo o mundo, incluindo uma gigantesca capacidade de deslocamento de reforços. Aparentemente essa capacidade será posta à prova pela 1a vez dentro de seu próprio território contra uma parcela da população americana motivada por ilusões irresponsáveis. Imagem ilustrativa.
Por: Redação OD Europa.
  
Começou como uma piada, mas agora a Força Aérea dos USA efetuou uma declaração pública orientando para que  não se aproximem da instalação conhecida como Área 51.

Mais de 1 milhão de pessoas confirmaram presença em um evento no Facebook, ameaçando invadir a base ultrassecreta no Estado de Nevada, que alguns acreditam abrigar alienígenas.


13:32h UTC: 50 anos do lançamento do Saturno V rumo à Lua

Imagem do Lançamento do foguete Saturn V no dia 16 de julho de 1969. Imagem via NASA.

Por: Yam Wanders.
 
A missão foi lançada por um foguete Saturno V do Centro Espacial John F. Kennedy na Flórida às 13h32min UTC (09:32h hora de Brasìlia) de 16 de julho de 1969, na base de lançamento 39, no Cabo Kennedy, e foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo da NASA, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço.
A nave Apollo era formada por três partes: um módulo de comando com uma cabine para três astronautas, a única parte que retornou para a Terra; um módulo de serviço, que apoiava o módulo de comando com propulsão, energia elétrica, oxigênio e água; e um módulo lunar dividido em dois estágios, um de descida para a Lua e um de subida para levar os astronautas de volta à órbita.

Momento do lançamento do foguete Saturn V no Centro Espacial John F. Kennedy na Flórida às 13h32min UTC (09:32h hora de Brasìlia) de 16 de julho de 1969. Imagem via NASA.

Os astronautas foram enviados em direção da Lua pelo terceiro estágio do Saturno V, separando-se do resto do foguete e viajando por três dias até entrarem na órbita da Lua. Armstrong e Aldrin então foram para o Eagle, pousaram em "Mare Tranquillitatis", o nome cientìfico do Mar da Tranquilidade, e passaram um dia na superfície. Os astronautas usaram o estágio de subida do módulo lunar para saírem da Lua e acoplarem com o Columbia que permaneceu em orbita da Lua. O Eagle foi abandonado antes de realizarem as manobras que os colocaram em uma trajetória de volta para a Terra. Eles retornaram em segurança e amerissaram no Oceano Pacífico em 24 de julho após oito dias no espaço.
A alunissagem foi transmitida ao vivo mundialmente pela televisão. Armstrong pisou na superfície lunar e falou palavras que ficaram famosas: "É um pequeno passo para um homem, mas um passo gigante para a humanidade". A Apollo 11 encerrou a Corrida Espacial e realizou o objetivo nacional norte-americano estabelecido em 1961 pelo presidente John F. Kennedy de "antes de esta década acabar, aterrissar um homem na Lua e retorná-lo em segurança para a Terra".
A Missão Apollo 11 foi um dos eventos tecnològicos mais acompanhados pela mìdia mundial em todos os seus segmentos, e, um dos poucos que foi transpitido ao vivo pelas tecnologias de retransmissão via satélite, que na época estava ainda em desenvolvimento. Foi um empreendimento que custou em torno de 136 bilhões de dolares (valores de época) e mobilizou cerca de 400.000 pessoas pelo mundo.
As três fases principais da Missão Apollo 11.
Imagem via NASA.

Contexto histórico
O país que conseguiu tal feito, como é sabido, foram os Estados Unidos da América. O contexto em que o mundo vivia nessa época era de extrema tensão geopolítica e ficou conhecido como “Guerra Fria”. Esse nome passou a ser amplamente utilizado para definir, entre outras coisas, as “batalhas tecnológicas, políticas e econômicas” que eram travadas entre as duas principais potências da época: Estados Unidos e União Soviética. No que se refere especificamente ao investimento em programas aeroespaciais (naquilo que ficou conhecido como "corrida espacial"), a URSS adiantou-se com relação aos EUA e, em 1957, conseguiu colocar o primeiro satélite na órbita terrestre, o Sputink I.
Em 1961, também a URSS pôs no espaço sideral o primeiro homem, o astronauta Yuri Gagarin, a bordo da Nave Vostok. Com o sucesso dos programas aeroespaciais soviéticos, restava aos americanos colocarem-se em pé de igualdade no mesmo quesito.
No dia 20 de julho de 1969, o homem conseguiu o grande feito de ir até a Lua. Desde a época dos homens pré-históricos, os objetos celestes suscitam grande fascínio, admiração e dúvida. A Lua, em especial, já serviu de base para temas mitopoéticos, astrológicos e de vários outros matizes simbólicos. Com o desenvolvimento da ciência moderna a partir do século XVI e a criação do telescópio por Galileu Galilei no século XVII, os mistérios nos quais a Lua e os demais corpos celestes estavam até então envolvidos começaram a ser decifrados.
Nos séculos que se seguiram, o progresso tecnológico passou a acompanhar o desenvolvimento científico, fosse para empreendimentos bélicos, como as duas guerras mundias, fosse para outros fins. O fato é que, a partir da segunda metade do século XX, dada a combinação inextricável entre ciência e tecnologia, explorar o espaço sideral tornou-se projeto de Estado, o que culminou no passo mais importante desse projeto até os nossos dias: a ida do homem à Lua.
O país que conseguiu tal feito, foram os Estados Unidos da América. O contexto em que o mundo vivia nessa época era de extrema tensão geopolítica e ficou conhecido como “Guerra Fria”. Esse nome passou a ser amplamente utilizado para definir, entre outras coisas, as “batalhas tecnológicas, políticas e econômicas” que eram travadas entre as duas principais potências da época: Estados Unidos e União Soviética. No que se refere especificamente ao investimento em programas aeroespaciais (naquilo que ficou conhecido como "corrida espacial"), a URSS adiantou-se com relação aos EUA e, em 1957, conseguiu colocar o primeiro satélite na órbita terrestre, o Sputink I.
Em 1961, também a URSS pôs no espaço sideral o primeiro homem, o astronauta Yuri Gagarin, a bordo da Nave Vostok. Com o sucesso dos programas aeroespaciais soviéticos, restava aos americanos colocarem-se em pé de igualdade no mesmo quesito.
A resposta americana veio com a criação da Nasa, sigla de National Aeronautics and Space Administration (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço), em 1958, e lançamento do Programa Mercury. Mercury, programa que tinha o nome do deus Mercúrio, o deus da velocidade, tinha o objetivo de começar o desenvolvimento não apenas da tecnologia capaz de levar o homem ao espaço, mas também dos meios de conseguir garantir uma segura exposição fora da atmosfera terrestre e um seguro retorno a essa mesma atmosfera. Para tanto, foi necessária a criação da medicina aeroespacial.
Ao Programa Mercury seguiram-se outros programas com os mesmos objetivos. Entre eles, destacaram-se o Programa Gemini, que durou de 1963 a 1966, e o Programa Apollo. Foi com esse último programa que começaram as maiores apostas para levar o homem à Lua. No projeto Apollo convergiam exploração aeroespacial, geopolítica e conquista científica. A primeira expedição a conseguir orbitar com tripulação de astronautas a zona de influência da Lua foi a Apollo 8, em 1968.

Com informações e texto adaptado do serviço de comunicação social da NASA.
Pesquisq bibliografica:
O fogo sagrado, por Michael Collins (Editora Artenova)