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sábado, 2 de dezembro de 2017

USS Wasp (LHD-1): O 10º navio em uma dinastia com mais de 240 anos de guerreiros da US Navy


Por: Anderson Gabino
Sejam bem-vindos ao navio de guerra n° 1 da Marinha dos Estados Unidos! Com esta frase a imprensa carioca, fora recebida a bordo do USS Wasp (LHD-1), pelo Lieutenant Commander Scott Olin. A visita fora feita a partir de um convite do Consulado do Estados Unidos, aproveitando-se da escala técnica da embarcação no Rio de Janeiro, já que o navio está em trânsito para o Japão, onde ele irá substituir o USS Bonhomme Richard, na área de conflito com a Coréia do Norte. Durante o roteiro a bordo, fomos a várias seções do navio, começando pela doca seca, onde os blindados anfíbios e suas lanchas ganham o mar, durante suas operações. A bordo do navio, encontrava-se apenas 03 unidades de MH-60S Sea Hawk, sendo que uma das aeronaves, encontrava-se no deque inferior parcialmente desmontada.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

USS Wasp chega amanhã ao Rio de Janeiro, Navio encontra-se em trânsito para o Japão.


Por: Redação OD

Chega ao Brasil nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, o navio anfíbio de assalto da Marinha dos Estados Unidos USS Wasp. A embarcação irá ancorar no Rio de Janeiro após passar dois meses no Caribe prestando assistência a vítimas dos desastres naturais que atingiram a região recentemente. O navio está em trânsito para o Japão, onde substituirá o navio USS Bonhomme Richard no porto de Sasebo. O USS Wasp é praticamente uma “cidade flutuante”, com uma tripulação de 1000 marinheiros e uma capacidade de comportar, ainda, 2000 fuzileiros navais, além de equipamentos e suprimentos necessários para ações de combate e provisão. 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

U.S. Marine Corps helicopters aboard amphibious assault ship and USAF drones lead new round of U.S. air strikes on ISIS in Libya



By: Wording OD
On Aug. 1, the U.S. launched a new round of air strikes against Islamic State positions around Sirte, in northern Libya, mid-way between Tripoli and Benghazi. According to the Pentagon, the raid was conducted following a request by the Libyan Government of National Accord (GNA) to support GNA-affiliated forces seeking to defeat Daesh in its primary stronghold in Libya.The raids were just the final stage of a three-phase operation planned and managed by AFRICOM, MilitaryTimes has reported: the first element of this plan was dubbed Operation Odyssey Resolve, consisting of ISR (Intelligence Surveillance Reconnaissance) flights in the region; the second, Operation Junction Serpent, provided targeting information; while the third element, Operation Odyssey Lightning, saw the actual air strikes take place.