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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Imagens detalham o que pode vir a ser o submarino Chinês de ataque nuclear classe 093 Shang



Por: Redação OD

A existência do programa de um submarino de propulsão nuclear da China foi relatado em 2003 pelo Pentágono. Deste então, as seções de inteligência da Marinha dos EUA e do Pentágono veem monitorando os passos que este programa está tendo. Em 2017 foi revelado, mas sem que fosse confirmado oficialmente a construção de Dois submarinos Classe 093 e Quatro da Classe 093A (versão atualizada). 

domingo, 14 de janeiro de 2018

Índia irá realizar em breve novos testes com o seu mais novo e maior míssil balístico, o Agni-V


Por: J.G Araújo

Atualmente muito se fala dos projetos de mísseis da Coréia do norte, mas vem passando despercebido para todo mundo um projeto que vem avançando a passos largos de Mísseis táticos em um pais que já se tem artefatos nucleares e com um projeto bem mais audaz que o do pais asiático. A Índia, vem a passos largos com preparações de plena capacidade nuclear tática, estas preparações começaram no centro de testes de defesa de Abdul Kalam Island, ao largo da costa de Odisha, e estes dias devem culminar no primeiro teste de do míssil balístico superfície/superficie de maior capacidade e de maior alcance do país, o Agni-V. O lançamento deverá a vir realizado pelo Comando das Forças Estratégicas (SFC) do Exército indiano.

O míssil construído e desenvolvido localmente, realizará um novo teste a qualquer momento, as fontes dão conta que a janela para o teste deverá ocorrer até o dia 19 de Janeiro, sendo que a área de lançamento já está configurada e os equipamentos de rastreamento foram movidos para os locais estratégicos. "O sistema de mísseis é comprovado com já quatro ensaios que claro, nem de longe foram divulgados como os da Coréia do Norte – todos os testes foram conduzidos com sucesso e em segredo. Os dados gerados durante todas as missões foram bastante satisfatórios. O novo lançamento será realizado com a associação da SFC - Comando das Forças Estratégicas (Strategic Forces Comand) para verificar sua prontidão operacional ", afirmou um funcionário.


Desenvolvido pela Organização de Pesquisa e Desenvolvimento da Defesa (DRDO), o míssil balístico com alcance intercontinental é o melhor da sua classe com giroscópios avançados de laser, motores de foguete compostos e sistemas de micro-navegação altamente precisos e sistemas de navegação inercial. O Agni-V, tem três estágios, 17 metros de altura e dois metros de largura, é capaz de transportar uma ogiva nuclear de cerca de 1,5 toneladas. Com cerca de 50 toneladas, incorpora acelerômetro para navegação e orientação e seu nível de precisão é muito maior do que as três variantes anteriores - Agni-II, Agni-III e Agni-IV.

"O que torna o míssil mais efetivo e furtivo é que ele pode ser equipado com vários Veículos de Reentrada Independentes (MIRV) capazes de entregar múltiplas ogivas em diferentes destinos em longas distâncias. A tecnologia está em desenvolvimento ", disse um cientista de defesa envolvido com o projeto Agni-V. Uma vez pronto o míssil deverá ter um alcance de 5000 km e deve atravessar o Oceano Índico, todos os problemas logísticos terão de ser corrigidos antes do tempo de lançamento. Vários países, incluindo a Indonésia e a Austrália, serão alertados e o tráfego aéreo e marítimo internacional dentro da zona de teste também controlado em conformidade com a exigência de segurança. O último teste do míssil foi realizado a partir do mesmo programa de teste foi em 26 de dezembro de 2016.


*Com Informações do site Índia News

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

WNA defende expansão da geração nuclear para 25% até 2050 para cumprir metas globais da COP21

Por: Redação OD
Se o mundo quiser diminuir o impacto do setor energético no aquecimento global e atingir as metas de redução de emissão de carbono acordadas na COP21, em Paris, sobre as alterações climáticas, vai ter de rever a participação da geração nuclear na matriz mundial, de forma a elevar sua participação de 10% para 25% em 2050. Os dados são do relatório “World Nuclear Performance 2016”, que a World Nuclear Association – WNA acaba de publicar, analisando o desempenho do setor nuclear no mundo. Esses dados serão apresentados pelo representante do Brasil no Conselho de Administração do organismo internacional e diretor de Planejamento, Gestão e Meio Ambiente da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimaraes, no VII Seminário Internacional de Energia Nuclear (SIEN 2016), nos próximo dias 21 e 22, no Centro Cultural FGV, no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Brasil se prepara para 2ª fase do enriquecimento de urânio


Por: Redação OD

As Indústrias Nucleares do Brasil (INB) estão se preparando para entrar na  fase do enriquecimento isotópico de urânio. Atualmente, a usina de enriquecimento da INB, localizada em Resende, RJ, possui seis cascatas de ultracentrífugas em operação, atendendo cerca de 40% das necessidades de Angra 1. Após concluída a fase atual de implantação da Usina – primeira etapa –, com a construção e entrada em operação de mais três cascatas, serão atendidas 100% das necessidades de urânio enriquecido da usina de Angra 1 e 20% de Angra 2.