quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Traços do vírus Antraz fora encontrado no sangue de desertor Norte-Coreano


Por: Redação OD

Quando um soldado norte-coreano desertou recentemente para a Coreia do Sul, ele passou por uma junta médica, onde fora realizado uma gama de testes. Depois desta longa bateria de exames, resultados encontraram traços de anticorpos contra o vírus "Antraz" em seu sangue, segundo matéria do periódico jornal britânico The Daily Mail, explicando que a identidade do militar seria desconhecida. No entanto, pode se tratar de Oh Chong Song, de 24 anos, o militar que foi alvejado por disparos ao tentar cruzar a fronteira entre as duas Coreias em novembro último e ainda encontra-se internado em um hospital de Seul.

Mas também especula-se que possa vir a ser o outro soldado que fugiu mais recentemente, em 21 de dezembro.Exames médicos mostram que, antes de desertar da Coreia do Norte, o militar teria sido vacinado contra a doença causada pelo Bacillus anthracis (altamente letal se chegar aos pulmões). De acordo com a agência UPI, o antraz necessita de apenas 24 horas para matar o infectado, além do mais, 80% das pessoas expostas à bactéria morrem quando não tomam antibióticos ou vacina adequada".

Armas biológicas norte-coreanas?


Com sincronia notória, o descobrimento de anticorpos do antraz, foi revelado alguns dias depois de a mídia japonesa ter assegurado que o governo da Coreia do Norte estaria desenvolvendo ogivas preparadas para o recebimento de elementos virais em seu interior. Ao mesmo tempo que as agências de inteligências dos EUA e da Coreia do Sul informaram que o país também estaria efetuando experimentos com micróbios causadores da cólera, peste e varíola. 

No entanto, a informação fora prontamente desmentida por Pyongyang que a qualificou como "falsas desculpas" dos EUA para se iniciar uma guerra. A Coreia do Norte, como parte da Convenção sobre Armas Biológicas, mantém posição consistente em oposição ao desenvolvimento, a fabricação, o armazenamento e a possessão de armas biológicas", afirmou o Instituto de Estudos Americanos da Coreia do Norte, citado pela agência estatal KCNA.

*Com Informações de Agência Internacionais de Notícias
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